PÓS-COLHEITA

VOCÊ ESTÁ PRÓXIMO DE ASSISTIR AO PAINEL DE PÓS-COLHEITA

Em um modelo inovador no mundo do café, no evento COLETIVO DE PORTAS ABERTAS IV, montamos uma arena para falar de CAFÉ e documentamos tudo. Agora está online aqui no canal do COLETIVO CAFÉ para você assistir com a sua família em casa.  

 

No dia 01/02/2020, na arena, falamos de 4 temas em painéis de 1:30h de duração.

Selecionamos 3 convidados especiais para cada painel e uma mediadora que conduziu com dinâmica e foco as perguntas direcionadas para cada um deles.

Veja abaixo quem participou do painel e algumas perguntas que foram direcionadas para cada um deles.

Conhecido pelo excelente trabalho no de gestão dos processos produtivos, ele trabalha com controle de fermentação e secagem e consegue manter a consistência e padrão sensorial em diferentes safras.

Jhone Lacerda

  • Onde você considera que está o sucesso da produção do Sítio Santa Rita? Você acha que o processo de sucessão implementado pela sua família na propriedade tenha contribuído para esse sucesso?

  • Quais os processos mais delicados e que demandam sua atenção?

  • Como é feito o armazenamento? Em coco, pergaminho ou pilado? Como é feito e qual a importância do controle de umidade?

  • Você utiliza protocolos para ter consistência na produção ao longo dos anos? Como é feito o controle?

  • Sobre cafés fermentados com muita quebra e perda do valor sensorial, como perguntado para o Lucas, você como produtor observou isso? Se sim, o que tem feito para mitigar o problema?

Doutorado em Engenharia de Produção, Mestre em Engenharia de Produção e professor do IFES, campus Venda Nova do Imigrante. Atua com pesquisas voltadas para o controle de qualidade em sistemas de produção, controle de processos, com enfoque especial na cafeicultura. Desenvolve pesquisas na área de análise sensorial e torração do café. É Q-Grader e Coordenador do Laboratório de Análise e Pesquisa em Café do IFES. Foi conferencista em eventos de ciência e tecnologia como palestrante na Austrália, Rússia e Colômbia. Foi anfitrião do Cup of Excellence em 2017 como coordenador das ações técnicas que foram desenvolvidas no IFES.

Lucas Louzada

  • Você tem estudos dos processos de fermentação espontânea e induzida no processamento via-úmida. Conte um pouco para nós o que você viu nesses estudos que possam ajudar na melhoria de qualidade e rentabilidade do café.

  • Escutamos relatos de que cafés fermentados tem apresentado muita quebra durante o beneficiamento e depois de pronto perdem o valor sensorial mais rápido. Os seus estudos mostraram dados sobre isso?

  • Como saber se vale a pena o re-beneficiamento?

Engenheiro agrônomo com especialização em pós colheita de grãos. Está no INCAPER desde 2005 onde atua até hoje como agente de Extensão e desenvolvimento rural com foco na cafeicultura. Já Publicou 50 trabalhos de pesquisas voltados para cafeicultura em revistas e anais de congresso além da participação em alguns livros do tema. Proferiu 250 palestras no Brasil voltadas para cafeicultura e representou o estado em missões relacionadas ao café no Estados Unidos e Colômbia.

Fabiano Tristão

  • Em 2008 você participou da equipe que construiu o programa Renovar Arábica do Espírito Santo que ajudou no aumento de produtividade do estado. Conte um pouco sobre esse trabalho.

  • Como está o processo de certificação de origem das Montanhas do Espírito Santo? Na sua opinião qual a importância deste selo?

  • Existe algum estudo nas variedades de cafe em relação a tempo de secagem mínimo e máximo? E temperatura? Quais seriam?

  • Em relação às novas variedades, quais têm tido melhores respostas em produtividade e valor sensorial?

CHEGOU A HORA DE ASSISTIR O CONTEÚDO NA ÍNTEGRA.

JÁ PREPAROU O CAFÉ E A PIPOCA?

AGORA É SÓ CLICAR NO VÍDEO